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<title>portalcarlos</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com</link>
<description>portalcarlos</description>
<language>pt_br</language>

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<title>A Morte Anunciada do R&amp;aacute;dio AM no Brasil</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=8</link>
<description>O decl&iacute;nio da R&aacute;dio AM

&lt;br&gt;&lt;br&gt;A poss&iacute;vel morte da R&aacute;dio Am &eacute; triste mas, n&amp;atilde;o &eacute; uma surpresa...

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quanta gente que n&amp;atilde;o esperneou com a morte do vinil! O vinil continua vivo mas, francamente &eacute; puro saudosismo.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Internet &eacute; o futuro e este pessoal bom da AM deveria fazer uma reciclagem e mover-se para Broadcast Online. A Internet &eacute; inevitavelmente o grande HUB de converg&amp;ecirc;ncia de todas as medias.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Concordo plenamente com a prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pretensos profissionais que empanelam as coisas e baixam o n&iacute;vel cultural de tudo que fazem. &Eacute; por isso que os profissionais da antiga ainda s&amp;atilde;o necess&aacute;rios! Precisamos mais do que nunca de bons professores!

&lt;br&gt;&lt;br&gt;N&amp;atilde;o podemos esquecer que vivemos num momento hist&oacute;rico de capitalismo extremo e desregulado onde a lei da oferta e da procura &eacute; a &uacute;nica que vale. O capital &eacute; a palavra de ordem. Se n&amp;atilde;o der lucro morre!. 

&lt;br&gt;&lt;br&gt;S&oacute; tem um jeito de mudar as coisas, mudando a cabe&amp;ccedil;a dos governantes que por sua vez v&amp;atilde;o redirecionar as prioridades. Nossos problemas s&amp;atilde;o muito antigos e mais abrangentes. Enquanto o povo n&amp;atilde;o desenvolver uma consci&amp;ecirc;ncia pol&iacute;tica e realmente usar o voto como forma de puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra a corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ilegalidade reinante, fazendo uma limpeza nos alto escal&amp;otilde;es n&amp;atilde;o haver&aacute; mudan&amp;ccedil;a nenhuma.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Lembre-se que foram os jornais, revistas, r&aacute;dios e TVs que manipularam a opini&amp;atilde;o p&uacute;blica, elegeram nossos governantes e, ultimamente s&amp;atilde;o respons&aacute;veis pelo estado de coisas em que vivemos. 

&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Internet foi a melhor coisa que apareceu nos &uacute;ltimos 10 anos. Realmente democratizou a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, descentralizou e colocou o poder na m&amp;atilde;o do povo.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Infelizmente a palavra &amp;quot;anarquia&amp;quot; virou s&iacute;mbolo de &amp;quot;bagun&amp;ccedil;a e desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;. Na verdade Anarquia &eacute; um sistema muito s&eacute;rio, descentralizado, onde todo mundo comunitariamente aceita sua responsabilidade sem necessidade de um governo central. 

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Portanto, para mim, a Internet &eacute; um sistema &amp;quot;quase&amp;quot; an&aacute;rquico e por isso mesmo,  com muitos inimigos louquinhos para amorda&amp;ccedil;ar-la.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Bom, voltando &amp;agrave; AM, no momento, assim como em muitas &aacute;reas, o nosso poder como cidad&amp;atilde;o, &eacute; apenas de conscientiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular e, como grupo de press&amp;atilde;o, tentar segurar do fim inevit&aacute;vel das AMs. Ali&aacute;s, acho que falar em fim da AM &eacute; um pouco extremo. Como dizia o fil&oacute;sofo Paracelso: &amp;quot;-Neste mundo nada se cria, tudo se transforma.&amp;quot; Portanto, a R&aacute;dio AM certamente migrar&aacute; ara alguma outra forma de transmiss&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. 

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Resist&amp;ecirc;ncia &eacute; f&uacute;til! Voc&amp;ecirc; ser&aacute; assimilado!

&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://www.celsobarbieri.co.uk&quot;&gt;Celso Barbieri&lt;/a&gt;
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<title>Cinema na Zona Norte</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=7</link>
<description>A figura-chave do
projeto era M&aacute;rio Audr&aacute; J&uacute;nior, o Marinho, filho de uma rica fam&iacute;lia
paulistana, do ramo da ind&uacute;stria t&amp;ecirc;xtil. &amp;quot;Marinho era um cara jovem,
boa-pinta, inteligente. Um cara muito ousado, cheio de energia, que
embarcou nessa 'aventura'&amp;quot;, lembra o cr&iacute;tico de cinema e historiador
Luciano Ramos. &amp;quot;Mas ele n&amp;atilde;o via o projeto dessa forma, via como
empreendimento. Perto dos investimentos necess&aacute;rios para expandir a
ind&uacute;stria da fam&iacute;lia, por exemplo, era um valor vi&aacute;vel.&amp;quot;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Marinho
se junta a nomes importantes do cen&aacute;rio cultural paulistano, os
italianos rec&eacute;m-egressos do TBC Ruggero Jacobbi e Mario Civelli, e
constr&oacute;i um est&uacute;dio de grandes dimens&amp;otilde;es no &lt;strong&gt;bairro do Ja&amp;ccedil;an&amp;atilde;&lt;/strong&gt; (Zona
Norte), ao qual deu o nome da fazenda da fam&iacute;lia - Maristela. Para
iniciar o projeto, ningu&eacute;m menos do que o pr&oacute;prio Alberto Cavalcanti,
da Vera Cruz, &eacute; contratado, j&aacute; que ele acabara de romper rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com
Franco Zampari. Para n&amp;atilde;o extrapolar o or&amp;ccedil;amento da companhia, que n&amp;atilde;o
era compar&aacute;vel ao do grande est&uacute;dio, os empres&aacute;rios da Maristela
inovavam. 

&lt;br&gt;&lt;br&gt;Enquanto
a &amp;quot;prima rica&amp;quot; trazia pessoas da Europa, a Maristela contratava
t&eacute;cnicos da Argentina e do M&eacute;xico. &amp;quot;A Maristela j&aacute; come&amp;ccedil;ou pequena e
modesta&amp;quot;, explica Catani. &amp;quot;E, ao contr&aacute;rio da Vera Cruz, que arcava com
todas as despesas dos seus filmes, ela chegou a fazer co-produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es
internacionais para manter o neg&oacute;cio de p&eacute;. A Maristela fazia parceria
com outros produtores, que entravam com o dinheiro, com a pel&iacute;cula... E
conseguiu sobreviver dessa maneira. Coisa que, se a Vera Cruz tivesse
feito, tamb&eacute;m teria conseguido&amp;quot;, conclui o autor, referindo-se &amp;agrave;
trajet&oacute;ria mete&oacute;rica do c&eacute;lebre est&uacute;dio. Apesar de ter produzido menos
filmes, a Maristela manteve as portas abertas at&eacute; 1958, quatro anos a
mais que a Vera Cruz.</description>
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<title>S&amp;Oacute; VAI PIORAR</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=6</link>
<description>Que me desculpe os otimistas, mas as ruas da cidade n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m mais jeito. Podem fazer macumba, reza brava, chamar pai de santo, invocar divindade c&oacute;smica, o problema &eacute; que temos mais carros do que ruas e isso ningu&eacute;m consegue equacionar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tanto faz rod&iacute;zio, tanto faz n&amp;atilde;o ter rod&iacute;zio, de todo jeito S&amp;atilde;o Paulo para, pelo menos de manh&amp;atilde; e no final da tarde. A quest&amp;atilde;o &eacute; de matem&aacute;tica e contra n&uacute;meros absolutos n&amp;atilde;o h&aacute; o que fazer.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A ordem de grandeza &eacute; de seis milh&amp;otilde;es de ve&iacute;culos registrados. Quer dizer, mais ou menos, um para cada dois habitantes. E boa parte &eacute; velha, sem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de rodar, enquanto outra &eacute; dirigida por gente sem capacidade para dirigir, apesar de habilitada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como para completar a CET insiste em ajudar o caos, n&amp;atilde;o existe a mais remota esperan&amp;ccedil;a de reden&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O inferno &eacute; nosso destino, descendo para as profundas ou ficando por aqui.&lt;br&gt;&lt;br&gt;S&amp;atilde;o Paulo est&aacute; condenada a ser uma filial da casa do demo. Do buraco escuro onde queima o fogo eterno, com a miss&amp;atilde;o de cobrar das almas pecadoras aquilo que n&amp;atilde;o fizeram na terra.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mais carros, mais carros, mais carros. Que alegria para a ind&uacute;stria, para o com&eacute;rcio, para os bancos e para os propriet&aacute;rios. Mas que desastre para os outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E, em pouco tempo, para o dono tamb&eacute;m. Vai descobrir que sua m&aacute;quina nova, possante como o vento sul, aerodin&amp;acirc;mica como os jatos de combate, confort&aacute;vel como as carruagens reais, n&amp;atilde;o tem para onde ir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Est&aacute; condenada a brincar de ostra, mais grudada no asfalto que a concha na pedra. O resto &eacute; sonho, desespero, falta de no&amp;ccedil;&amp;atilde;o das coisas, boa vontade e algum otimismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://www.penteadomendonca.com.br/&quot;&gt;Antonio Penteado Mendon&amp;ccedil;a&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;</description>
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<item>
<title>A Apple Inc.</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5</link>
<description>A Apple Inc. &eacute; uma empresa multinacional norte-americana que atua no ramo de aparelhos eletr&amp;ocirc;nicos e inform&aacute;tica com vendas anuais (no ano fiscal de 2006) em torno dos US$ 19,3 bilh&amp;otilde;es. Sediada em Cupertino, na Calif&oacute;rnia, a Apple desenvolve, vende e oferece suporte a uma s&eacute;rie de computadores pessoais, reprodutores de m&iacute;dia port&aacute;teis, software e hardware. Entre os produtos mais conhecidos da empresa est&amp;atilde;o a linha de computadores Mac, seu sistema operacional Mac OS X e a linha iPod de reprodutores de m&iacute;dia port&aacute;teis. Para o iPod e seu programa, o iTunes, a Apple vende audiobooks, filmes, jogos, m&uacute;sica, programas televisivos e videoclipes na sua iTunes Store.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A empresa era conhecida por Apple Computer, Inc. pelos seus primeiros 30 anos de exist&amp;ecirc;ncia, mas retirou a palavra &amp;quot;Computer&amp;quot; de sua raz&amp;atilde;o social em 9 de janeiro de 2007. A mudan&amp;ccedil;a de nome, que seguiu a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do smartphone iPhone e do sistema de v&iacute;deo digital Apple TV, &eacute; uma representante da cont&iacute;nua expans&amp;atilde;o da empresa em outros mercados al&eacute;m do seu foco tradicional em computadores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Apple tamb&eacute;m opera 180 pontos de venda nos Estados Unidos, Jap&amp;atilde;o, Reino Unido, Canad&aacute; e It&aacute;lia. As lojas vendem a maioria dos produtos da empresa, assim como muitos produtos de terceiros e oferece suporte e consertos no local para seu hardware e software. A empresa emprega mais de 20000 pessoas mundo afora, entre cargos permanentes e tempor&aacute;rios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por uma variedade de raz&amp;otilde;es, desde sua filosofia de design &amp;agrave;s suas ra&iacute;zes indie, assim como suas campanhas publicit&aacute;rias, a Apple construiu uma reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o distinta na ind&uacute;stria de inform&aacute;tica e eletr&amp;ocirc;nicos e cultivou uma base de consumidores que &eacute; devotada de modo incomum &amp;agrave; empresa e &amp;agrave; sua marca.</description>
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<title>Jo&amp;atilde;o Gilberto</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4</link>
<description>Nascido na Bahia, na cidade sertaneja de Juazeiro, Jo&amp;atilde;o ganhou um viol&amp;atilde;o aos 14 anos de idade, e, desde ent&amp;atilde;o, jamais o largou. O viol&amp;atilde;o &eacute; sua vida, sua obsess&amp;atilde;o. Na d&eacute;cada de 1940, adorava escutar de Duke Ellington e Tommy Dorsey at&eacute; Dorival Caymmi e Dalva de Oliveira. Aos 18 anos decide se mudar para Salvador com inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ser cantor de r&aacute;dio e crooner. Em seguida, foi para o Rio de Janeiro, em 1950, e teve algum sucesso cantando no grupo Garotos da Lua. Entretanto, foi posto para fora da banda por indisciplina, passando alguns anos numa exist&amp;ecirc;ncia marginal, ainda que obcecado com a id&eacute;ia de criar uma nova forma de expressar-se com o viol&amp;atilde;o. Seu esfor&amp;ccedil;o finalmente foi recompensado e, ap&oacute;s conhecer Tom Jobim - pianista acostumado &amp;agrave; m&uacute;sica cl&aacute;ssica e tamb&eacute;m compositor, influenciado pela m&uacute;sica norte-americana da &eacute;poca (principalmente o jazz) - e um grupo de estudantes universit&aacute;rios de classe m&eacute;dia, tamb&eacute;m m&uacute;sicos, lan&amp;ccedil;aram o movimento que ficou conhecido por bossa nova.</description>
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<item>
<title>Teatro Jo&amp;atilde;o Caetano 27 de mar&amp;ccedil;o</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=3</link>
<description>Fabiana Cozza realiza s&eacute;rie de shows no Teatro Jo&amp;atilde;o Caetano
&lt;br&gt;Nova fase do Teatro Jo&amp;atilde;o Caetano apresenta shows
musicais. Est&aacute; em cartaz Dois de fevereiro, de Mateus Sartori. Dia 4 de
abril inicia temporada Quando o c&eacute;u clarear, de Fabiana Cozza 
Os teatros distritais trazem uma novidade a partir do m&amp;ecirc;s de
mar&amp;ccedil;o. Al&eacute;m de pe&amp;ccedil;as e espet&aacute;culos de dan&amp;ccedil;a, a m&uacute;sica brasileira ganha
espa&amp;ccedil;o em sua programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ainda nesse m&amp;ecirc;s, o Teatro Jo&amp;atilde;o Caetano
apresenta&lt;em&gt; Dois de Fevereiro&lt;/em&gt;, show do cantor Mateus Sartori. As
m&uacute;sicas fazem parte do segundo CD do int&eacute;rprete, que presta homenagem &amp;agrave;
Rainha do Mar &amp;ndash; Iemanj&aacute; &amp;ndash; e a Dorival Caymmi. No repert&oacute;rio, obras do
mestre baiano como&lt;em&gt; O samba da minha terra, Voc&amp;ecirc; j&aacute; foi &amp;agrave; Bahia? e Quem vem pra beira do mar&lt;/em&gt;. Dia &lt;strong&gt;27 de mar&amp;ccedil;o&lt;/strong&gt;, Sartori recebe como convidado o m&uacute;sico Webster Santos, e &lt;strong&gt;dia 3 de abril&lt;/strong&gt;, Edmilson Capelupi.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em abril, sobe ao palco a sambista Fabiana Cozza para apresentar can&amp;ccedil;&amp;otilde;es presentes em seu segundo &aacute;lbum, &lt;em&gt;Quando o c&eacute;u clarear&lt;/em&gt;. Formado basicamente de composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es afro-brasileiras, o CD re&uacute;ne m&uacute;sicas como &lt;em&gt;Incensa, Ponto de Nan&amp;atilde;&lt;/em&gt;
e a faixa t&iacute;tulo, criadas especialmente para a cantora pelo m&uacute;sico
baiano Roque Ferreira. Convidado para a grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o trompetista cubano
Julio Padr&oacute;n conferiu &amp;agrave; interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Fabiana em &lt;em&gt;Canto de Ossanha&lt;/em&gt;,
de Baden Powell, um ritmo que remete ao som produzido originalmente na
ilha de Cuba. Participam do show os m&uacute;sicos Marcos Paiva (baixo
ac&uacute;stico), Renato Epstein (viol&amp;atilde;o), Douglas Alonso (percuss&amp;atilde;o), entre
outros. &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o:&lt;/strong&gt; Teatro Jo&amp;atilde;o Caetano. Rua
Borges Lagoa, 650. Vila Clementino. Zona Sul. Tel: 5573-3774. (Pr&oacute;ximo
da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Metr&amp;ocirc; Santa Cruz). Mateus Sartori. Dia 27/3, 19h. Dia
3/4, 20h. R$ 15. Fabiana Cozza. De 4 a 13/4. 6&amp;ordf;. e s&aacute;b., 21h. Dom.,
19h. R$ 15. Dias 6 e 13, gr&aacute;tis.&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/&quot;&gt;&lt;br&gt;Confira&lt;/a&gt;&lt;br&gt;</description>
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<item>
<title>Mercado Cultural 28 de mar&amp;ccedil;o</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2</link>
<description>Mercado Cultural acontece nesta semana&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos dias 28, 29 e 30 de mar&amp;ccedil;o acontece em Salvador a Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial do Mercado Cultural com o tema Vivercom. Esta Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o marca o fim das comemora&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos 25 anos de funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Casa Via Magia e traz artistas de diversas partes do Brasil e de outros pa&iacute;ses para se apresentarem no palco do Teatro Castro Alves (TCA).&lt;br&gt;&lt;br&gt;No dia 28 de mar&amp;ccedil;o, &amp;agrave;s 21h, o grupo UAKTI, de Minas Gerais, apresenta o espet&aacute;culo 21, cuja sonoridade &eacute; constru&iacute;da por instrumentos fabricados pela pr&oacute;pria banda a partir de materiais de uso cotidiano, como metais e pedras. No s&aacute;bado, 29, tamb&eacute;m &amp;agrave;s 21h, &eacute; a vez do projeto Tempos e Lugares se apresentar no palco principal do TCA. O projeto re&uacute;ne Siba e a Fuloresta (Pernambuco), Balvina Ramos, Gaby Kerpel e Mariana Baraj (Argentina), Vidal Colmenares e Aquiles Baez (Venezuela).&lt;br&gt;&lt;br&gt;O &uacute;ltimo dia de apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, 30 de mar&amp;ccedil;o, o projeto Um Sopro de Brasil traz importantes instrumentistas do pa&iacute;s como Adolfo Almeida Jr (Rio Grande do Sul), Joatan Nascimento (Alagoas &amp;ndash; Bahia), Lea Freire (S&amp;atilde;o Paulo), Man&eacute; Silveira (S&amp;atilde;o Paulo), Mauricio Einhorn (Rio de Janeiro), Paulo moura (S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; Rio de Janeiro), Te&amp;ccedil;o Cardoso (S&amp;atilde;o Paulo), Vinicius Dorin (S&amp;atilde;o Paulo), Vitor Santos (Rio de Janeiro), Mauro Rodrigues (Minas Gerais), Toninho Carrasqueira (S&amp;atilde;o Paulo).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em paralelo &amp;agrave;s apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es na sala principal do TCA, acontece mostra de artes c&amp;ecirc;nicas com os espet&aacute;culos Passarinhando, Ossos e Of&iacute;cios, As Palavras, e Romeu e Julieta e Caetano. O espet&aacute;culo de dan&amp;ccedil;a fica por conta do grupo Sua Cia de Dan&amp;ccedil;a com Id&eacute;ias de Teto. Exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es fotogr&aacute;ficas e outras instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es acontecem no foyer do TCA todos os dias. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=855880&quot;&gt;Confira&lt;/a&gt;&lt;br&gt;</description>
</item>

<item>
<title>Compaix&amp;atilde;o Faz Bem</title>
<link>http://carlosalberto.890m.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=1</link>
<description>N&amp;atilde;o h&aacute; motorista que n&amp;atilde;o se irrite com os catadores de lixo. Os riquix&aacute;s puxados a for&amp;ccedil;a humana, numa cidade de topografia cruel como &eacute; S&amp;atilde;o Paulo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De repente a avenida para, o tr&amp;acirc;nsito n&amp;atilde;o anda, o sinal verde n&amp;atilde;o favorece em nada, porque ali na frente vai um cidad&amp;atilde;o curvado, arrastando uma carro&amp;ccedil;a desengon&amp;ccedil;ada cheia de badulaques e lixo, que ele pega nas ca&amp;ccedil;ambas e latas da vida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;D&aacute; vontade de jogar tudo para o alto, meter a m&amp;atilde;o na buzina, atropelar um marronzinho, bater num motoqueiro. D&aacute;, mas est&aacute; errado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Enquanto este pa&iacute;s em pleno s&eacute;culo 21 condenar seres humanos a puxarem carrocinhas de lixo para ganharem honestamente o p&amp;atilde;o nosso de cada dia, est&aacute; tudo errado. At&eacute; retir&aacute;-los das ruas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As alternativas s&amp;atilde;o dram&aacute;ticas e muito piores. Na rua, catando lixo, &amp;agrave;s vezes, acompanhado de um cachorro velho, o cidad&amp;atilde;o trabalha, ganha algum, pouco, mas suficiente para o filho estudar ou a filha n&amp;atilde;o se prostituir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fora das ruas quais suas alternativas? Assaltar. Matar, roubar, traficar? Todas elas seriam p&eacute;ssimas, e ainda trariam conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias piores ainda.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao ver o riquix&aacute; se esfor&amp;ccedil;ando ladeira acima &amp;ndash; porque eles tamb&eacute;m sobem ladeiras &amp;ndash; n&amp;atilde;o se exalte, mas olhe com olhos humanos, com compaix&amp;atilde;o, como se houvesse em algum ponto perdido no passado um elo quebrado que o liberou de uma sina assim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Lembre-se: sorte faz parte da vida. Sem ela, tanto faz a intelig&amp;ecirc;ncia ou compet&amp;ecirc;ncia. Ningu&eacute;m pediu para nascer na favela. As coisas s&amp;atilde;o como s&amp;atilde;o simplesmente porque s&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://www.penteadomendonca.com.br/cronicas.asp&quot;&gt;Antonio Penteado Mendon&amp;ccedil;a&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;</description>
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